Semanal   AE PRO

  Postado em 07 de agosto de 2017



VISÃO GERAL

Nem mesmo em uma semana marcada por manobras políticas características do jeitinho brasileiro é possível deixar de lado as ações de política econômica que, sob nossa ótica, não parecem ser o que o país precisa nesse momento.

A bola da vez, mais uma vez, foi o Resultado Primário (receitas menos despesas do governo, excluindo do cálculo os juros pagos e recebidos).

A receita extraordinária advinda da segunda rodada de repatriações de recursos que estavam no exterior e o aumento do PIS e Cofins (Programa de Integração Social e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social, respectivamente) sobre os combustíveis não foram suficientes para atingir a meta de déficit do governo de R$ 139 bilhões.

Os congelamentos de despesas tampouco trarão alguma ordem para as contas públicas. Como o governo se mostra reticente em reconhecer que o estrago advém da fraca atividade econômica, resta somente ao próprio governo torcer pela melhora da economia.

Aí sim, a arrecadação se elevaria e o já incansavelmente discutido teto dos gastos terão os louros merecidos.
Importa, então, focarmos nos dados de atividade econômica que estão por vir e avaliar quando sairemos de fato da situação econômica em que nos encontramos.

Por ora, esta semana os destaques serão os dados de preços no Brasil, na China e nos Estados Unidos.

Acompanhe o Semanal PRO 076 e saiba mais.

PERSPECTIVAS

No Brasil



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